Ninguém é uma ilha

Imagem: tirinha Liniers

 

«(…) “Ninguém é uma ilha.” Fortalecemo-nos com o com os outros, mas também com nós próprios. Com aquilo que, dentro de nós, o outro não vê. Aquilo que tem o seu igual só em si mesmo. O paradoxo mais profundo, a flor que brota do chão da garagem, o ventilador voltado para o negrume benéfico. Uma bebida efervescente num copo vazio. Um altifalante que emite silêncio. Um atalho que fica intransitável à medida que por ele avançamos. Um livro que só pode ser lido nas trevas.”

Tomas Tranströmer, 50 Poemas, Relógio D’Água, Lisboa, 2012, pág. 15.

Do Blog A Vida , o Universo e tudo mais , de Lisiane Pohlmann

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