Ser quem sou – Cáh Morandi

Poema começado do fim - Adélia Prado

Para ser forte, tive que beber muitos goles de tempestades.

Tive que aprender a fazer muralhas (e às vezes, ser a própria);

andar de salto alto entre as pedras do caminho;

ter ouvidos atentos, saber escolher os momentos do silêncio;

ir contra o vento…

E depois de tudo ser capaz de desmoronar doce e calmamente

nos braços do homem que eu amo.

Cáh Morandi

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s