lembranças

bruno bandido

Eu com botas azuis de borracha dando milho pras galinhas. Meu pai tinha uma moto e eu colocava o seu grande capacete vermelho e ficava tonto com todo aquele peso. Um vizinho mais novo que me ensinava palavrões. Uma vizinha velha e maluca que alimentava centenas de pombos no seu quintal – e eles cagavam nas roupas estendidas do nosso varal e ela não deixava eu passar de bicicleta na sua calçada. O dia em que dei uma ideia de nome pra minha mãe batizar o meu irmão, que se chama Miguel, e ela aceitou. Comandos em ação. Meu irmão com três anos de idade e com um braço quebrado, usando o gesso pra bater em mim enquanto eu dormia.  Um sonho que tive onde uma visita recorrente da nossa casa raptava o Miguel e, no fim, a polícia a capturava mas mesmo assim ela não era presa e continuava…

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